CONFRARIA DOS RIO-GRANDINOS

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO

Portinho nasceu na cidade do Rio Grande/RS é músico (baterista) e arrajador. Mudou-se para os Estados no início de 1970.  Desde sua chegada nos Estados Unidos, Portinho tem trabalhado com renomados artistas, tais como, Airto Moreira, Gato Barbieri, Harry Belafonte, Dom Salvador, Paquito de Rivera, Astrud Gilberto, Michel Camilo  e  Tânia Maria.   Portinho é um dos melhores bateristas brasileiros é certamente o melhor atualmente em atividade na cena jazzística nova-iorquina.   Ele é um homem quieto, modesto e com um forte senso de integridade.   
Portinho gravou com artistas conhecidos mundialmente, como:  Nancy Wilson, Michel Legrand e Ron Carter.  Seu talento é comparado com Herbie Mann e com John Lucien.     Realizou apresentações em turnées por diversos países como:  na Dinamarca, na Suíça e na Alemanha.   Participou de gravações em de vários discos - de Dom Um Romão à Michel Legrand, passando por Tânia Maria, Claudio Roditi, Gato Barbieri, Manfredo Fest, Franco Ambrosetti, Don Sebesky e tantos outros,.   Além do LaserDisc "The Devil's Toothpick" para a CTI e do DVD ao vivo na Polônia, "Live at Warsaw Jazz Festival", como sideman da cantora Kenia.   Participou também da gravação do disco "Harvest Time", de Yana Purim e depois, no ano seguinte, em New York, do álbum no clube de Jazz Mikell's, com um grupo integrado pelo pianista argentino Daniel Freiberg e pelo baixista texano Frank Gravis.   Em 2008 o baterista gravou o seu próprio CD  Jazz  MCG, intitulado "Vinho Do Porto"  com o seu "Portinho Trio",  nele há um perfeito equilíbrio da bateria, do piano, do baixo e do trombone.     Portinho na bateria, Klaus Mueller no Piano, Itaiguara Brandão e Lincoln Goines no Baixo e no trombone e percussão o convidado especial Jay Ashby.   Este CD tem músicas arranjadas por Portinho e Mueller Klaus.   "Vinho do Porto" combina  músicas dos gêneros brasileiros da bossa nova e do samba e  músicas do cenário do jazz de Nova York.   Nesta edição há músicas como: "Satin Doll" e "Footprints" que são interpretações de dois novos padrões do jazz de diferentes épocas da história do jazz.  "Vai De Vez", liderada pelo trombonista, é um sulco leve e arejado para o quarteto.  "Canção Que Morre No Ar" poderia ser chamado de uma balada, mas com tambores do Portinho, torna-se um groove suave.    Em "Aquarela do Brasil" há o brilho do piano Klaus Mueller e a eloqüência do trombone Jay Ashby sobre a melodia.   Nos últimos anos, Portinho tem atuado mais freqüentemente em shows no "Cachaça Jazz"  onde é imperdível de se conferir o seu estilo e musicalidade.
Fonte: http://www.myspace.com/portinhotrio e http://www.concordmusicgroup.com/albums/Vinho-Do-Porto/

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