CONFRARIA DOS RIO-GRANDINOS
A Confraria dos Rio-grandinos, criada em 25/06/09, é um blog de divulgação e reflexão sobre a história, a cultura e o patrimônio da cidade do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. Este é também um veículo de divulgação dos Papareias (naturais da cidade do Rio Grande/RS) que se destacaram ou que se destacam no cenário nacional e internacional. As imagens e os textos apresentados na sua maioria são do autor do blog e destinam-se a ilustrar idéias e valores estéticos e artísticos. Para efeitos de direitos de autoria nas postagens são sempre mencionadas as fontes. Se alguém conhecer algum impedimento à divulgação de alguma imagem ou texto agradeço que contate comigo, por e-mail, a fim de que possa proceder à sua supressão. Todas as postagens constantes neste Blog são de domínio público e podem ser copiadas sob a autorização do seu Criador. Seja mais um Confrade tornando-se Seguidor desta Confraria.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
A MAIOR Praia do Mundo é Daqui
domingo, 17 de abril de 2011
Morreu Chinesinho, jogador da Seleção Brasileira entre 1956 e 1961
sexta-feira, 21 de maio de 2010
ROCK GAÚCHO DE LUTO
quinta-feira, 8 de abril de 2010
CIDADE DE RIO GRANDE SAI DA ESTAGNAÇÃO COM APORTE BILIONÁRIO NA INDÚSTRIA NAVAL
(Matéria publicada em 05 de abril de 2010 no Jornal do Estado de São Paulo (O Estadão) - Elder Ogliari/Rio Grande e fotos de Gerson Pantaleão).
Construção de estaleiros, melhoria da infraestrutura do complexo e instalação de empresas na área do porto devem criar 15 mil empregos diretos e 35 mil indiretos.
Depois de quase duas décadas estagnada, a cidade do Rio Grande, a mais antiga do Estado do Rio Grande do Sul, vive uma fase de renascimento econômico proporcionado pela indústria naval e pela ampliação da infraestrutura de seu porto. Segundo estimativa da prefeitura da cidade, no período de 2005 a 2015, cerca de R$ 14 bilhões deverão ter movimentado o município, gerando 15 mil empregos diretos e 35 mil indiretos. O episódio que marcou o início dos investimentos foi a construção da Plataforma P53 para a Petrobrás, entre 2005 e 2008. Com um custo de R$ 2,5 bilhões, a obra gerou 4,3 mil empregos. Em 2006, começaram as obras do Estaleiro Rio Grande, do qual faz parte o Dique Seco, um projeto que envolve R$ 439 milhões e que deve ficar pronto no mês que vem.A construtora WTorre é a responsável pelo estaleiro, que será arrendado para a Petrobrás por dez anos. Uma parte da área já é usada para a construção da plataforma P55, um investimento de R$ 1,5 bilhão. A intenção da estatal é usar a estrutura do estaleiro para construir oito cascos de navios que, por sua vez, deverão explorar petróleo na camada do pré-sal. O investimento deve ser de R$ 6 bilhões. Em outra área do complexo portuário do Rio Grande, no chamado Porto Novo, o Consórcio Quip (formado pelas empresas Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Corrêa, IESA e PJMR) vai integrar os módulos da Plataforma P63 ao casco do navio BW Nisa, que está sendo adaptado na Europa. O investimento é de R$ 2,3 bilhões, com expectativa de geração de 2,5 mil empregos diretos. Além dos investimentos com participação direta da Petrobrás, o Polo Naval atraiu projetos exclusivamente privados. É o caso do estaleiro da Wilson, Sons, que está em fase de licenciamento ambiental. A intenção é construir embarcações de apoio à exploração de petróleo e gás e rebocadores portuários e oceânicos. Ao todo, o empreendimento vai custar R$ 88 milhões. O próprio porto do Rio Grande tem recebido investimentos. A ampliação da extensão dos molhes da barra da Laguna dos Patos, liderada pelo governo federal, está permitindo outra obra: a de aprofundamento do calado dos canais de acesso do porto. "Isso vai trazer vantagens competitivas enormes ao porto do Rio Grande", diz o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli. Com a nova configuração, os navios de grande porte poderão operar com capacidade máxima no terminal gaúcho - e os ganhos de escala devem reduzir os custos das empresas com frete. A superintendência do porto estima que o volume de cargas movimentado nos terminais deve dobrar até 2015. Como consequência, dezenas de empresas estão se instalando na área retroportuária. O complexo tem, hoje, 30 companhias. Outras 27 estão em fase de instalação ou já reservaram seus terrenos. Os investimentos da indústria naval trouxeram reflexos nos demais setores da economia de Rio Grande. Atualmente, dois novos hotéis estão em construção na cidade. Um deles pertence à rede local Villa Moura Hotéis. "A (plataforma) P53 nos mostrou que havia perspectiva para esse investimento", diz Luiz Carlos Esteves Hilário, dono da rede. Alvo de investimentos: Alguns números que demonstraram o interesse das empresas por Rio Grande; R$ 88 milhões serão investidos pelo Wilson, Sons em seu estaleir; 27 empresas estão em fase de instalação ou têm seus terrenos reservados na área do porto de Rio Grande
sábado, 1 de agosto de 2009
JIM PORTO - MATÉRIA DE ILZE SCAMPARINO - ROMA (Materia exibida no Jornal Hoje da Rede Globo no dia 01/08/09)
(ASSISTA O VÍDEO DA REPORTAGEM ACIMA NESTE BLOG ACESSANDO NO MENU VÍDEOS)
domingo, 26 de julho de 2009
de um velho sábio, Rio Grande habita quieta uma península do Litoral Sul do Brasil. Dona de uma erudição apreendida através dos séculos orgulha-se de se apresentar como Cidade Histórica. Discreta, não costuma contar no primeiro encontro que suas terras são o berço que embalou a história administrativa do Rio Grande do Sul. Depois de sua fundação, em 1737, é que as fronteiras do sul do país, disputadas por portugueses e espanhóis, começaram a se desenhar.
primeira povoação do Rio Grande do Sul. Nascia a vida social, política e econômica de um estado. Em 1751, o povoado foi batizado de Vila do Rio Grande de São Pedro. Antes de se tornar uma cidade, no entanto, ameaçou não fazer parte do Brasil. Os portugueses perderam o domínio em
é conhecida por “A Noiva do Mar”.
s mais fantásticas na praia do Cassino é a do Hotel Atlântico, com sua história singular. Corria o ano de 1925. A então Vila Siqueira abrigava um cassino, no mesmo prédio onde hoje é o Hotel Atlântico. A casa colocou o balneário no circuito da fama. O jogo era popular e liberado. Os turistas vinham de longe com muito dinheiro para se deliciar com luxos e jogatina. Depois o jogo se tornou ilegal, mas o balneário já se apropriara do nome Cassino de tal forma que a Vila Siqueira desapareceu na história. Assim como os cassinos, transformados em hotéis ou ruínas.

