CONFRARIA DOS RIO-GRANDINOS

A Confraria dos Rio-grandinos, criada em 25/06/09, é um blog de divulgação e reflexão sobre a história, a cultura e o patrimônio da cidade do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. Este é também um veículo de divulgação dos Papareias (naturais da cidade do Rio Grande/RS) que se destacaram ou que se destacam no cenário nacional e internacional. As imagens e os textos apresentados na sua maioria são do autor do blog e destinam-se a ilustrar idéias e valores estéticos e artísticos. Para efeitos de direitos de autoria nas postagens são sempre mencionadas as fontes. Se alguém conhecer algum impedimento à divulgação de alguma imagem ou texto agradeço que contate comigo, por e-mail, a fim de que possa proceder à sua supressão. Todas as postagens constantes neste Blog são de domínio público e podem ser copiadas sob a autorização do seu Criador. Seja mais um Confrade tornando-se Seguidor desta Confraria.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Ida Celina Weber Silveira, nascida em 15/02/45 na cidade do Rio Grande/RS, professora de interpretação teatral e atriz. Em 1965 mudou-se para Porto Alegre onde ingressou nos cursos superiores de artes plásticas e de arte dramática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Graduada, exerceu por 12 anos a docência no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, onde chefiou o Departamento por sete anos. Participou de mais de 40 espetáculos teatrais ou poéticos, entre eles: Ópera dos Três Vinténs; Jogos na Hora da Sesta; O Casamento do Pequeno Burguês; A Maldição do Vale Negro; Casca de Ferida; Almoço na Casa do Senhor Ludwig; Beckett na Veia. Participou de espetáculos dirigidos por Luciano Alabarse: Hamlet; Medeia; Édipo e Bodas de Sangue. Desde 1989 vem integrando comissões avaliadoras em diversos festivais teatrais. Desde 1996 faz apresentações do monólogo de autoria de Vera Karan “Maldito Coração, me alegra que tu sofras”, dirigido por Mauro Soares, com o qual recebeu prêmios de Melhor Atriz em quatro festivais nacionais de teatro. Foi agraciada com dois Prêmios Açorianos de Melhor Atriz e dois como Melhor Atriz Coadjuvante, além de várias indicações. No cinema e televisão trabalhou em vários curtas-metragens e em dois longas. No cinema “Quase um Tango” em 2009 e “Tres Vezes por Semana” em 2j011. Na televisão, em 2010 participou na novela “ Escrito nas Estrelas” da Rede Globo. Com a personagem Regina na minissérie “O Brado Retumbante” produzida pela Rede Globo e exibida originalmente no inicio de 2012. 
 Fontes: Teatropédia; e-pipoca, enciclopédia Itaú Cultural, Wikipedia.

domingo, 23 de junho de 2013

Guilherme Leicam



Guilherme Maciel Costa,  de nome artístico Guilherme Leicam,  nasceu no dia 20 de julho de 1990,  na cidade do Rio Grande/RS é um talentoso ator de teatro e  televisão.  Mudou-se em 2005 para o Rio de Janeiro/RJ, onde reside atualmente,  na busca de mais oportunidades na profissão de ator.    Estreou em 2010  na  televisão recebendo o Premio Qualidade Brasil, na categoria de Melhor Ator Revelação por seu  papel de Led Piñon  na novela Tempos Modernos, da rede Globo.     Em 2011 interpretou também na rede Globo o Fábio Passarelli em Fina Estampa.    Em 2013,  na 2ª fase de Malhação da Globo  é o Vitor Machado.      Além da televisão, em 2011 Guilherme foi o protagonista da peça infantil "Peter Pan - Eu Acredito em Fadas!" e em 2011 participou em duas temporadas da peça "Herdeiros".  Além do seu talento na arte de interpretar Guilherme gosta pela música e toca  violão.  O ator gaúcho é considerado o mais novo galã da televisão brasileira.

Fontes: Wikipédia, Pure People e Fuxico. Foto do site nlucon.com

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO E CULTURAL


João Ivo Avelaneda de Souza, nascido em 11/03/40, na cidade do Rio Grande/RS é músico, engenheiro mecânico, professor e pesquisador.  Embora tenha uma vida de múltipla carreiras ele consegue ser  brilhante em tudo o que faz.  O Rio-grandino prende a atenção não apenas pela qualidade do seu trabalho como técnico e o seu virtuosismo como músico, mas pelas suas histórias de vida.  O seu currículo é impressionante.   Ele consegue ser um profissional aplicado em tudo, obtendo sucesso em todos os empreendimentos ao mesmo tempo.    A música não aconteceu na vida de João Ivo por acaso.   Aos 16 anos começou a estudar clarinete incentivado pela sua mãe, artista plástica e acordeonista.    Nesta mesma época tirou brevê para pilotar pequenos aviões.  Em 1963, ano em que se  formou Engenheiro Mecânico, tocava em duas bandas em Rio Grande, uma de grupo de baile, a Arpege e a Banda de Engenharia criada por ele.  No período que tocou no Arpege conheceu várias cidades do Estado e  paises como Argentina e Uruguai.   Foi nesta banda que, além do clarinete, começou a tocar o saxofone. Mais tarde radicou-se no Rio de Janeiro.    Como engenheiro recebeu convite para trabalhar em um projeto internacional que investigava a Lagoa Mirim.   Este projeto lhe propiciou a especialização na área de recursos hídricos e a oportunidade de conhecer vários países.   Em 1967, quando a pesquisa acabou, foi convidado pelas Nações Unidas para um trabalho semelhante em Israel.  Um novo mundo se abriu.   A música, no entanto, sempre esteve presente na vida de João Ivo.  Tendo sido ela o suporte para os momentos mais difíceis e o caminho para novas amizades e grandes alegrias.   Embora esteja aposentado da engenharia  não se desligou totalmente da profissão, trabalha como consultor em projetos, obtendo  agora  mais tempo para dedicar-se à música.   Entre os anos 80 e 90, com seu trabalho dedicado à pesquisa, marcou seu nome na história tecnológica do País.  Entre seus feitos estão à fabricação de aparelhos para estudos oceânicos e a fabricação de um aparelho que mede com precisão de um milímetro os tanques de petróleo.  De 1994 a 1998, cansado de fabricar tecnologia, formou  uma orquestra a “Teclas e Palhetas”.   Era uma banda com 18 músicos que se revezavam na animação de bailes com  um repertório de jazz, música internacional e MPB.  Participavam nos shows, além dos músicos, o bailarino Carlinhos de Jesus e sua mulher.   No final de 1998 passou a fazer dueto com o tecladista carioca Alexandre Neves.   Nas suas vindas ao Rio Grande do Sul formou um trio  com Dionara Sheneider (piano) e Rochinha (trompete).  Em uma de suas estada na sua terra natal apresentou-se no Cassino com a banda Rio Bossa Jazz  formada por João Ivo Souza (saxofones), Luís Fernando Rocha (trompete e flugüelhorn), Dionara Schneider (teclados), Fabiano Rodrigues (harmônicas) e João Camargo Júnior (percussão).   A banda apresentava a fusão do balanço da bossa nova e dos ritmos brasileiros com o toque do jazz.     Interpretando um repertório composto pelos grandes estandartes do jazz como Days of wine and roses (Henry Mancini), Autumn leaves, Fly me to the moon, e clássicos da bossa nova como Amazonas (João Donato), Samba de verão, Triste e Garota de Ipanema (Tom Jobim) entre outras, além de canções contemporâneas como Final feliz e Que nem maré (Jorge Vercilo) e Em ritmo de viagem, composição do Rio-grandino Ari Piazarollo.    João Ivo tocou com renomados músicos como o clarinetista Paquito de Rivera, os pianistas Michel Camilo e Rique Pantoja, o multiistruentista Hermeto Paschoal e  teve um breve, mas marcante encontro em 1982, na cidade de Roma-Itália,  com um dos maiores expoentes do cool jazz, o cultuado trompetista norte-americano Chet Baker. 

segunda-feira, 28 de junho de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO


Henrique Léo Fuhro nasceu em 14/10/1938 na cidade do Rio Grande/RS e morreu em 12/06/06 na cidade de Porto Alegre/RS.    Foi pintor, gravador, desenhista e professor.     Sua obra é marcada por fortes influências da cultura de massa, das histórias em quadrinhos, da publicidade e da Arte Pop.    Ficou conhecido por representar personagens com máscaras, esportistas, músicos, personagens públicas, figuras femininas, objetos domésticos, embalagens, imagens publicitárias, prédios, trânsito, cenas jornalísticas, etc.      Inicia  seu aprendizado em pintura como autodidata em 1954, em Porto Alegre.      Ainda nos anos 50 dedica-se ao exercício da gravura, especialmente da linoleografia e da xilogravura, com a qual trabalha a partir de 1957.    Sua carreira é impulsionada após participar do Salão de Artes Plásticas da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (Chico Lisboa), em 1957.     Sua primeira mostra individual ocorre em 1963 no Instituto Brasileiro Norte-americano em Porto Alegre.      Em 1964 estuda litografia com Danúbio Gonçalves.     Em 1965, realiza uma exposição individual na Galeria Cândido Portinari, em Porto Alegre.    Também neste ano é incluído no álbum Dez gravadores gaúchos, edição de Júlio Paccello, São Paulo.     Em 1966, participa do Salão de Abril do MAM, Rio de Janeiro e nesse mesmo ano, expõe na Galeria Guignard em Belo Horizonte.     Participa da I Bienal Nacional de Artes Plásticas de Salvador e obtém o prêmio "ex-aequo", na II Exposição da jovem Gravura Nacional no MAC de São Paulo.        Em 1967, recebe o 1º prêmio de gravura no Salão Cidade de Porto Alegre.    Ainda neste ano expõe na IX Bienal Internacional de São Paulo.     Foi agraciado com inúmeros prêmios em salões de exposições: em Belo Horizonte, em Porto Alegre, no Paraná, Isenção de Júri no Salão Nacional, no Rio de Janeiro, 1969, seleção brasileira da X Bienal Internacional de São Paulo, Salão de Campinas e representação brasileira na I e II Bienal Latino-Americana del Grabado, San Juan de Puerto Rico, XI Bienal Internacional de São Paulo, Grabados em Lima, Artes Gráficas no Museo de La Tertullia, Caiu, Colômbia.   Ainda em 1969 recebe o diploma de destaque das artes do ano da Câmara Municipal de Porto Alegre e Fiergs.      A partir da década de 1970 dedica-se também ao desenho.     Recebe aquisição no I Salão de Artes Visuais da UFRGS, Porto Alegre, 1970.      Em 1971 realiza sua primeira exposição em São Paulo com o escultor Francisco Stockinger, na Galeria Astréia.    A partir desta data vai abandonando gradativamente a gravura.     Alterna o desenho, a serigrafia e a pintura.       No início dos anos 80 realiza exposições individuais em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba e Campinas e São Paulo. Integrou, como artista convidado, exposições nacionais e internacionais como Créativité dans l'Art Brésilien Contemporain, Musées Royaux des Beaux-Arts de Beigique, Bruxelles, 1978.      A convite de Jacob Klintowitz integra a mostra representativa de arte brasileira, em 1991, no Museu Real da Dinamarca. Carlos Scarinci analisa e reproduz seu trabalho em A gravura no Rio Grande do Sul 1900-1980. Em 1995 participa de A arte vê a moda, Galeria Xico Stockinger, na Casa de Cultura Mario Quintana.   Henrique Fuhro está catalogado pelo MARGS. Possui obras em museus brasileiros e internacionais como o da Universidade de Stanford, Califórnia, Estados Unidos. Henrique Fuhro também teve seu trabalho homenageado por outras publicações que registram o talento de sua criatividade visul: Dicionário da Arte Brasileira, de Pietro Maria Bardi, História Geral da Arte no Brasil, de Walter Zanini, Dicionário das Artes Plásticas no Brasil e Brasil Arte 50 Anos Depois, de Roberto Pontual. Rio-grandino de 1938.   Fuhro foi um artista reconhecido por ser profundamente tocado pela realidade, compunha imagens repetidas e padrões visuais onde sua marca era a vibração.     Foi um dos mais conceituados artistas do Rio Grande do Sul de uma geração que se afirmou na década de 60.
Fontes: wikipédia, a enciclopédia livre; www.estado.rs.gor.br; www.revista.agulha.nom.br; www.jpzanin.com.br.

domingo, 27 de junho de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO


Augusto Luis de Freitas nasceu no dia 19 de agosto de 1868 na cidade  do Rio Grande/RS e faleceu em 1962 na Itália na cidade de Roma.     Foi um renomado pintor, desenhista, cenógrafo  e professor.      Iniciou-se nas artes fazendo rabiscos ainda criança.   Com 7 anos de idade  foi com sua família morar em  Portugal.   Aos 11 anos de idade fazia retratos pelos quais ganhava 2 esterlinas por desenho.       Aos 12 anos matriculou-se na disciplina de Desenho Histórico na Academia Portuguesa de Belas Artes, na cidade do Porto, em Portugal.  Estudou  também arquitetura e escultura com Marques de Oliveira, Soares dos Reis e Sardinha.   Nas artes teve como condiscípulos Teixeira Lopes, Antônio Carneiro e outros.    Em 1886  ganhou  um concurso de desenho e foi agraciado pela Academia com 20 mil reis-ouro.     Em 1890, com a morte do seu pai,  voltou para o Brasil indo morar com sua irmã na sua cidade natal.     Foi uma época muito díficil de sua vida, pois o estado do  Rio Grande do Sul vivia uma instabilidade política ocasionada pela Revolução Federalista que ocorria no sul do país.    Embora as artes fossem  renegadas conseguiu na época fazer trabalhos de cenografia, litografia, xilografia,  ilustrações jornalística, tendo inclusive pintado um pano de boca para o Teatro São Pedro de Porto Alegre.      Em 1895  mudou-se para o Rio de Janeiro onde matriculou-se na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi aluno de Henrique Bernarrdelli.  Em 1898 recebeu o Prêmio de Viagem ao Exterior da Escola Nacional de Belas Artes.    Viajou para  a Itália, indo aperfeiçoar-se nas artes nos arredores de Roma.   A partir de então voltava ocasionalmente ao Brasil.     Nesta época fez quatro viagens ao Brasil e, em cada uma delas, realizou uma exposição, sendo três no Rio de Janeiro, uma em São Paulo e outras em Porto Alegre.    Dentre os trabalhos apresentados nestas exposições, os mais elogiados foram: Abandonada, Tarde de Outono, Omnia Vincit Amor, Últimos Feixos, Prenda de Noivado, Em família, Família Pobre, Corpus Domini, Velhinhos Felizes, O Adeus, além de muitas aquarelas.   Foi premiado em 1901 com a primeira Medalha de Prata no salão do Rio e outra medalha em 1908 na Exposição Nacional.  Mais tarde retornou para o Rio Grande do Sul  onde lecionou artes no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre  de 1917 até 1919.   Neste período ministrou aulas também na Escola Nacional.   Foi o autor, dentre outras obras, de duas telas de grandes dimensões instaladas no Instituto de Educação General Flores da Cunha, em Porto Alegre.   Expôs em São Paulo nos anos de 1913, 1914, 1926, 1927, 1928 e 1929.    Suas obras mostravam ao público paisagens sulinas e cenas do Rio de Janeiro.     Em 1914, aproveitando sua estada na capital paulista, ministrou aulas de pintura ao ainda inexperiente Clodomiro Amazonas.   Freitas levou suas obras ao Salão da Escola Nacional de Belas Artes, tendo conquistado a Pequena e a Grande Medalha de Ouro.   Na Pinacoteca de São Paulo, acha-se exposto o quadro Corpus Domini; na do Rio, Velhinhos felizes e, na de Porto Alegre, Depois da Missa e o Garoto de Aldeia.  No Rio Grande do Sul também produziu duas grandes telas com temas históricos encoendadas pelo então goverdador do estado Borges de Medeiros. O seu trabalho de maior responsabilidade e importância é a grande cúpula do pavilhão central da exposição do Brasil em Turim, representando cenas de pesca nas praias do Rio e Niterói.  Esse trabalho, que mereceu francos elogios de muitos artistas estrangeiros, mede uma superfície de 250 metros quadrados e foi executado em tempo muito curto.     Augusto Luiz de Freitas  retornou para Roma como funcionário da Embaixada do Brasil na Itália.    Morou durante um longo tempo, com sua esposa e quatro filhas, no pitoresco vilarejo Antícoli Corrado.   Nesta pequena comunidade há hoje uma rua com o nome “Augusto Luiz de Freitas”  uma  singela homenagem que lhe fizeram os moradores deste lugar após sua morte.
Fontes: http://www.soarteie.com.br/; http://wikipedia.org/; http://www.pitoresco.com.br/ e http://margs.rs.gov.br 
 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO


Heitor Teixeira Pereira, nasceu no dia 29/11/1957, na cidade do Rio Grande/RS, músico e compositor. Radicou-se no Rio de Janeiro onde iniciou sua carreira tocando violão e compondo jazz e samba. No Brasil participou como músico do brilhante cantor e pianista Ivan Lins. Em 1988 mudou-se para a Inglaterra onde ingressou como guitarrista do Simply Red permanecendo com o grupo até 1996. Em 1994, lançou no Reino Unido um álbum solo chamado “Heitor TP”, com a participação dos músicos Arthur Maia, Leo Gandelman, Claudio Infante, Marcos Suzano, Paulinho da Costa e a participação especial de Mick Hucknall na faixa "Manchester". Heitor já tocou com artistas de renome como: Lani Hall, Michel Legrand, Robert Palmer, Rod Stewart, Chaka Khan, Placido Domingo, Destiny's Child, Mary J. Blige, Tony Braxton, Steve Winwood, The Chieftains, KD Lang, Seal, Milton Nascimento, Antônio Adolfo, Robert Palmer, Herb Albert, Steve Winwood, Rod Stewart, Chaka Khan, Fagner, Márcio Montarroyos, César Camargo Mariano, Ângela Ro Rô, Baby Consuelo, Alaíde Costa, Hélio Delmiro, Sadao Watanabe e tantos outros. Participou de gravações com o Simply Red (4 álbuns), Sadao Watanabe, Elton John, Herp Albert, Lani Hall, Michael Buble, Arturo Sandoval, Poe, Olive, Simone, Caetano Veloso, Gary lemel, Jack Johnson, Nelly Furtado, Kenny G, Shania Twain, Enrique Iglesias Rob Thomas, Clannagh, Alejandro Sanz, Baaba Mal, Seal, Bryan Adams, Chris Botti, Willie Nelson, Ivan Lins, Phil Roy e tantos outros. Heitor fez cinco tuneés com Simply Red e uma com o cantor Milton Nascimento. Para se dedicar a carreira solo Heitor mudou-se para a Califórnia, Estados Unidos onde reside atualmente e trabalha com Hans Zimmer produzindo trilhas sonoras para o cinema. Autor das trilhas sonoras dos filmes: Illegal Tender, Suburban Girl, Blind Dating, The Holiday, Curious George, Ask the Dust, Two Weeks, Haven, Havana Nights: Dirty Dancing II, Killer Instinct: From the Files of Agent Candice De Long, Real Women Have Curves, Dead in the Water, Riding in Cars with Boys, de Madagascar, Spanglish, The Rundown, Black Hawk Down, I Am Sam, The Pledge, An Everlasting Piece, entre outros. Participou como músico das trilhas sonoras dos filmes: Madagascar 2 (2008), August Rush (2007), Madagascar (2005) - Compositor de música adicional, Spanglish (2004), Man on Fire (2004) (guitarras), Something's Gotta Give (2003), The Rundown (2003), Matchstick Men (2003), Black Hawk Down (2001), The Pledge (2001), Mission Impossible 2 (2000), Gladiator (2000), The Road to El Dorado (2000) (guitarras).

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO

Portinho nasceu na cidade do Rio Grande/RS é músico (baterista) e arrajador. Mudou-se para os Estados no início de 1970.  Desde sua chegada nos Estados Unidos, Portinho tem trabalhado com renomados artistas, tais como, Airto Moreira, Gato Barbieri, Harry Belafonte, Dom Salvador, Paquito de Rivera, Astrud Gilberto, Michel Camilo  e  Tânia Maria.   Portinho é um dos melhores bateristas brasileiros é certamente o melhor atualmente em atividade na cena jazzística nova-iorquina.   Ele é um homem quieto, modesto e com um forte senso de integridade.   
Portinho gravou com artistas conhecidos mundialmente, como:  Nancy Wilson, Michel Legrand e Ron Carter.  Seu talento é comparado com Herbie Mann e com John Lucien.     Realizou apresentações em turnées por diversos países como:  na Dinamarca, na Suíça e na Alemanha.   Participou de gravações em de vários discos - de Dom Um Romão à Michel Legrand, passando por Tânia Maria, Claudio Roditi, Gato Barbieri, Manfredo Fest, Franco Ambrosetti, Don Sebesky e tantos outros,.   Além do LaserDisc "The Devil's Toothpick" para a CTI e do DVD ao vivo na Polônia, "Live at Warsaw Jazz Festival", como sideman da cantora Kenia.   Participou também da gravação do disco "Harvest Time", de Yana Purim e depois, no ano seguinte, em New York, do álbum no clube de Jazz Mikell's, com um grupo integrado pelo pianista argentino Daniel Freiberg e pelo baixista texano Frank Gravis.   Em 2008 o baterista gravou o seu próprio CD  Jazz  MCG, intitulado "Vinho Do Porto"  com o seu "Portinho Trio",  nele há um perfeito equilíbrio da bateria, do piano, do baixo e do trombone.     Portinho na bateria, Klaus Mueller no Piano, Itaiguara Brandão e Lincoln Goines no Baixo e no trombone e percussão o convidado especial Jay Ashby.   Este CD tem músicas arranjadas por Portinho e Mueller Klaus.   "Vinho do Porto" combina  músicas dos gêneros brasileiros da bossa nova e do samba e  músicas do cenário do jazz de Nova York.   Nesta edição há músicas como: "Satin Doll" e "Footprints" que são interpretações de dois novos padrões do jazz de diferentes épocas da história do jazz.  "Vai De Vez", liderada pelo trombonista, é um sulco leve e arejado para o quarteto.  "Canção Que Morre No Ar" poderia ser chamado de uma balada, mas com tambores do Portinho, torna-se um groove suave.    Em "Aquarela do Brasil" há o brilho do piano Klaus Mueller e a eloqüência do trombone Jay Ashby sobre a melodia.   Nos últimos anos, Portinho tem atuado mais freqüentemente em shows no "Cachaça Jazz"  onde é imperdível de se conferir o seu estilo e musicalidade.
Fonte: http://www.myspace.com/portinhotrio e http://www.concordmusicgroup.com/albums/Vinho-Do-Porto/

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO

Ary Piassarollo nasceu na Vila da Quinta, distrito da cidade o Rio Grande/RS, músico (violonista e guitarrista), compositor e arranjador.   Filho de gente humilde e trabalhadora fez seus primeiros acordes ainda guri em um violão velho que havia encontrado no galinheiro de sua casa despertando assim sua vocação.  Em apenas um ano já estava tocando profissionalmente em grupos musicais da noite de sua terra natal com o conjunto Arpege composto por Huguinho, Cidinho (tecladista Rio-grandino atualmente radicado em Nova York), Canabá, Romeu e Wilson.  Em 1963, depois de servir o exército, mudou-se para Porto Alegre e lá tocou no conjunto Flamboyaiam composto por músicos que estavam em evidência na capital gaúcha,  onde se apresentavam na extinta TV Piratini.    No fim da década de 60 foi para São Paulo tocar na famosa boate Night & Day,  permanecendo por 7 anos na capital paulista fazendo diversos trabalhos musicais como no Programa de Moacir Franco na TV Record. Em 1973 mudou-se para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa era o centro da cultura brasileira que resistia a censura imposta pelo então governo Médici.   Permaneceu no Rio por 12 anos e foi o período que Ary viveu o auge de sua carreira, trabalhando com diversos artistas como: Tito Madi, a incomparável Elis Regina, o mestre Vinícius de Moraes, o saxofonista Vitor Assis Brasil, Wilson Simonal, Emílio Santiago, o excelente arranjador Rique Pantoja, Leny Andrade, Nana Caymi, o talentoso Djavan, a lenda Tim Maia e o romântico Ivan Lins. Ary participou também do primeiro LP-solo de Pascoal Meirelles e atuou também na orquestra do Conservatório Dramático e Musical ‘Dr. Carlos de Campos’, em Tatuí.   A maioria dos bons músicos da época requisitava as sofisticadas e ricas harmonias de sua guitarra. Uma de suas principais experiências musicais foi com o poeta Gonzaguinha com o qual Ary tocou por sete anos, fazendo alguns trabalhos também com o mestre Luis Gonzaga.  Além de todo esse invejável currículo Piassarollo fez parte do projeto Pixinguinha e participou de várias trilhas musicais de filmes como o clássico "Dona Flor e seus Dois Maridos". Em 1985 mudou-se para Miami em busca de novos caminhos.   Nos Estados Unidos aprimorou seu talento através de estudos musicais melhorando mais ainda sua qualidade melódica.   Lá, apresentou-se em diversas casas de jazz tocando com figuras consagradas como o saxofonista Ira Sullivan e Othelo Molineaux.  Quase 15 anos depois Ary volta ao Brasil e se instala na cidade do Rio de Janeiro.  Após seu retorno teve participação especial no DVD do Pe. Fabio de Melo, tocou nas melhores casas de jazz de Botafogo, Ipanema e Leblon e juntamente com o pianista americano Cliff Korman ministrou curso  de música no Cigam – Centro Musical na Cinelândia, no Rio de Janeiro.  Hoje vive em São José dos Campos – SP onde mora e leciona em uma das maiores faculdades de música do país em uma cidade vizinha, participa de projetos musicais financiados pelo SESC, além de tocar nas melhores casas de Jazz espalhadas pelo Brasil.  Seu último trabalho e primeiro solo chamasse "Memories", um CD gravado em 1996 no Estados Unidos. Puramente instrumental e é composto de 11 faixas e todas as músicas são de sua autoria, com exceção de “Chorinho de Macau”, uma adaptação de Pó de Mico -de João Pernambuco. Este trabalho conta com a participação do seu filho Maurício (piano e teclado), do baterista Portinho, além de Edílson Ávila (violão rítmico), Jorge Albuquerque (baixo), Federico Britos Ruiz (violino), Edson Café (percussão) e Archie Peña (bateria e percussão). Afirmou o jazzista saxofonista, compositor, escritor e professor Gary Campbell no encarte do CD Memories de Ary:  “É raro ouvirmos um músico cuja interpretação reflita uma imagem tão rica de elementos musicais, todos soando tão verdadeiros e naturais. A vasta performance e as inúmeras gravações de Ary com legendários cantores e compositores brasileiros marcaram sua interpretação com uma incrível fluência melódica, harmônica e rítmica, atributos que fazem a música brasileira tão sensualmente atraente em todo o mundo. Seu insight e seu coração percorrem profundamente as diversas formas brasileiras, da tradicional à contemporânea. Mas a estória não termina aí. A arte dos melhores jazzistas americanos, como Wes Montgomery e George Benson, também contribuíram bastante para a evolução do som de Ary. Esta influência do jazz empresta à improvisação melódica de Ary uma sofisticação harmônica a que, unida à nítida elegância e beleza do estilo brasileiro, resulta em arte musical da melhor qualidade. Ary Piassarollo – o melhor do Brasil, um verdadeiro presente para Miami”.
Fontes: http://colunalayoutcultural.zip.net/; http://www.myspace.com/piassarollo e http://jazzstation-oblogdearnaldodesouteiros.blogspot.com/.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO

Antonio Porto Filho (Maestro Portinho) nasceu na cidade do Rio Grande/RS no dia 27 de setembro de 1925 foi músico (clarinetista e saxofonista), maestro, arranjador e compositor.   Mudou-se ainda jovem para Porto Alegre.  Na capital gaúcha conheceu o grande violonista paulista Antonio Rago e a convite deste se radicou em São Paulo. Portinho tocou em vários regionais, orquestras e chegou inclusive a reger, como convidado, a Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo. Participou nos anos 40 do regional de Claudionor Cruz, nos 50 do regional do Rago e foi uma figura da história do rádio do Rio de Janeiro e de São Paulo.   Portinho assina arranjos  de alguns  discos  de renomados artistas, tais como, de Ângela Maria, Paulo Vanzolini, Nelson Gonçalves,  Waldick Soriano e Cláudia Barroso (descoberta por Portinho).      O Maestro foi também o arranjador 1º LP do Cantor Noite Ilustrada pelos Discos Rozemblit (Mocambo), que alcançou vendagem surpreendente, pondo nas paradas de sucesso o samba "Cara de Boboca".   Noite Ilustrada quando terminou seu contrato com a gravadora, transferiu-se para a Phillips e levou consigo o Maestro Portinho, o arranjador rico de idéias, que passou a trabalhar com o produtor Alfredo Borba.   Mas onde o Maestro mais transitou foi na Jovem-Guarda, tendo inclusive gravado um álbum chamado "Portinho - O Maestro Iê-Iê-Iê".  Fez arranjos para as gravações na época para as músicas de Ed Carlos, Demétrius, Martinha, Mario Faisal e Wilson Miranda.    Sua discografia é imensa, entre elas um álbum só com composições de Noel Rosa no vinil  “Noel Rosa & Portinho dá Samba” e outro que gravou em 1973 com  muitas músicas de Ary Barroso “Samba, O Melhor do Brasil”.   Em 1964 “Walter Wanderley e Portinho – Orgão, Sax e Sexy” e Da série Magia – Volume IV  “O saxofone do Maestro Portinho”.  Em 1977 gravou o CD "Choro Chorado" do Portinho onde ele interpreta só Choros, inclusive “Chorando no Choro” de sua própria autoria.  O jornalista Luis Nassif afirma que o "Maestro Portinho é um dos pais do choro moderno".  Portinho gravou outros tantos discos: Em 1965, Portinho e Sua Orquestra “Fogo Nos Metais”;  Em 1988, Meu Beija Flor – Músicas de Thereza de Toledo e Maestro Portinho e sua Orquestra.    Portinho foi tão respeitado no meio artístico que o cantor Teixeira  o homenagiou na gravação da música “”O Centro Oeste Brasileiro”.    O violonista de 7 cordas Ed Gagliardi disse que o Mestre Portinho foi como as músicas que compôs: calmo, tranqüilo e alegre.  Seus últimos anos de atividade foram no exercício no ensino de música na Universidade Livre de Música - ULM, em São Paulo.   O Maestro faleceu no Estado de São Paulo deixando um legado para a cultura musical brasileira.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO


Alcides Gerardi (João Alcides Gerardi) nasceu no Rio Grande/RS em 15.05.1918. Cantor e compositor, ainda criança mudou de Porto Alegre/RS para o Rio de Janeiro/RJ, onde terminou o curso primário e começou a trabalhar com o pai. Continuou seus estudos, trabalhando ao mesmo tempo no comércio até 1935, quando começou a carreira de cantor, como crooner numa orquestra de dancing. Na mesma época tentou o rádio, candidatando-se como calouro num programa da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, mas não conseguiu ser contratado. Em 1939 atuou no conjunto Namorados ao Luar como vocalista, época em que sua voz começou a se destacar. Nesse ano gravou, em edição particular, o samba de Nelson Cavaquinho Não Faça Vontade a Ela.  Em 1941 foi convidado a formar o conjunto Os Três Marrecos, com Marília Batista e seu irmão Henrique, de curta carreira.  Três anos depois, como crooner da orquestra de danças de Simon Bountman, foi convidado para trabalhar na Rádio Transmissora, pelo seu diretor Arnaldo Sampaio. Com a música Lourdes (George Brass e Mário  Rossi), gravou comercialmente pela primeira vez, em 1946, na Odeon. Três anos depois foi para a Rádio Tupi, onde ficou até 1953, quando se transferiu para a Rádio Nacional. Em 1955 foi contratado pela Organização Victor Costa (depois extinta), tendo três anos mais tarde lançado sua primeira composição, Filha do coronel (com Irani de Oliveira), interpretada por ele mesmo, CBS.  É letrista e em outras composições teve como parceiros principais Ernâni Campos, Othon Russo, Antônio Soares, Lázaro Martins e Nilo Barbosa.  Seus maiores sucessos como cantor foram as gravações de Antonico (Ismael Silva), Baião de Copacabana (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves), Castelo de areia (Geraldo Jacques, Isaías Freitas e Moreirinha), Brotinho maluco (Aníbal Cruz) e E eu Sem Maria (Alcir Pires Vermelho e Dorival Caymmi), pela Odeon, e Tudo Foi Ilusão (Laert Santos e Arcilino Tavares), pela CBS.   Alcides morreu em 01.03.1978 por complicações decorrentes de um acidente de carro, quando voltava de um show pela Via Dutra.
Fonte: Enciclopédia da música brasileira: erudita, folclórica e popular. São Paulo, Art Editora, 1977.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

DESTAQUE ARTÍSTICO


Jim Porto nascido em 26 de março de 1953 na cidade do Rio Grande/RS é músico, cantor e compositor. Teve seu primeiro contato com a música aos 10 anos de idade fascinados pela mãos de um amigo que deslizava sobre o teclado. Começou a estudar piano em sua terra natal misturando a música clássica com o samba e a bossa nova ganhando tão logo notoriedade. Com 18 anos muda-se para a cidade do Rio de Janeiro. Aos 20 anos já era bastante conhecido dos palcos da sua recém adotada cidade do coração Brazilian beat. Foi no Rio que passou a fazer turnês tanto no Brasil como na América Latina.  Chegou na Itália nos anos 70  descoberto por Sandro Melaranci proprietário e diretor artístico do “Manuia” o mais importante ponto de encontro musical daquela época.   Adotou Roma... e a cidade eterna lhe deu boas vindas tão entusiasticamente quanto o Rio.  Iniciou misturando suas técnicas de piano com a sua voz soul aumentando ainda mais o seu já então afirmado sucesso.   Nos anos 80 época de ouro da música brasileira na Itália, especialmente em Roma, Jim Porto participa com artistas renomados como João Gilberto e Maria Tania do famoso Roman Verão,  organizado pela Capitolino  continuando a Jam Session no Manuia  divide o pequeno palco com nomes renomados como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Jorge Bem  e Marisa Monte.   Destes participantes, em 1983, Jim juntou seu talento com o grande artista do jazz  Chat Baker
-->o  e grava o seu primeiro álbum “Rio” produzido por Rique Pantoja um dos maiores arrajadores do Brasil.   Durante muito tempo, desde a sua chegada na Europa, Jim se apresenta com músicos de jazz, como Roberto Gatto e Ascolese Michael nos palcos de importantes festivais  mais em voga das cidades européias;  viaja de Atenas a Paris, de Viena a Zurique e de Munique a Barcelona.   Com sua fusão de Jazz-Samba-Afro-Funk ele tem continuado a tradição brasileira de melodias e ritmos cortantes com musicas aparentemente simples, mas incrivelmente difícil de serem tocadas com maestria. Adaptável e inovativo, quando sai em turnê pela Europa Jim varia a formação do seu grupo. Sua banda é composta de oito excelentes músicos e é a combinação dinâmica e muito apreciada no mundialmente famoso Festival Jazz Brasil de Barcelona. Como Quinteto recebeu as melhores críticas no Cassino de Reux e no Jazzmania no Brasil.  Como trio tocou em inúmeros clubes de todo o globo terrestre.  Como artista independente, gravou trilhas sonoras para telenovelas brasileiras transmitidas em rede nacional pela TV Globo e assistidas por mais de 18 milhões de telespectadores por capítulos.  O Compositor Jim Porto é um dos mais refinados intérpretes da música world-beat dessa geração. Vivendo na Itália, Jim continua a espalhar a sua invenção melódica por toda a Europa com o continuo frescor e uma perfeita fusão inigualável.   Em abril de 2000 faz um show na famosa Piazza Navona na cidade de Roma organizado pela Embaixada do Brasil, em comemoração aos 500 anos do descobrimento do Brasil.   Em 2003 participa do Festival de Tabarka na Túnisia, evento Ethno-Jazz, que ocorre anualmente com a participação de grandes expoentes da música internacional.   Em 2003, patrocinado pela Alfa-Romeo, Jim realizou uma turnê por toda a Itália quando se apresenta  nas mais importantes casas de Jazz.   Em 2004 Jim volta a África para participar do importante Festival de Praia em Cabo Verde, evento televisionado para todos o Continente Africano.   Nesta ocasião, apresenta-se para um público de 8 mil pessoas.   Ainda neste ano grava com a refinada cantora Brasileira Themis, autentica representante da MPB na Itália, “Ilusões” em grande estilo Bossa-Louge música que fez parte da programação assídua da maioria das rádios italianas.   Ainda em 2004 grava a música “Você é Demais” com o músico de prestigio no pop italiano Saturnino.   Em 2005 volta a fazer sucesso com a música “Diga”.  Com um quinteto integrando músicos como o guitarrista Michele Ascolese e o trompetista Fabrício Bosso apresenta-se  em Milão na mais famosa casa de Jazz da Itália o Blue Note (filial italiana do templo do jazz de Nova Iorque). É nesta apresentação que Jim grava ao vivo o CD "Live at the Blue Note", dirigido por Max De Tomassi.    Jim Porto com seu sambra jazz virtuoso é hoje considerado o maior expoente da música brasileira na Itália.   Ele é  o verdadeiro Embaixador da cultura musical brasileira na Europa.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

DESTAQUE ARTÍSTICO


Gilberto Oliveira nascido na cidade do Rio Grande/RS é músico, compositor, arranjador e professor de música.  Iniciou o estudo de violão clássico na Escola de Belas Artes na sua terra natal com os mestres Jorge Mello, Eduardo Castañera, Ary Piassarollo, Nelson Faria e Nico Assumpção.  Por ser um talentoso violonista e baixista tem sido sempre requisitado por diversos artistas para acompanhá-los em apresentações nos palcos e em gravações em estúdios.  Recentemente em shows de Enzo e Rodrigo e em gravações de CD’s dos artistas  Daniel Torres e da cantora Loma.   De 1988 a 1991 participou do carnaval de Porto Alegre tocando cavaquinho nas escolas de samba Bambas da Orgia, Praiana e Império da Zona Norte,  oportunidade que esteve ao  lado de conhecidos puxadores de Samba como  Porto Alex, Menéca, Cláudio Barulho, Chico Santos, Claudião e outros grandes sambistas.   Nessa mesma época acompanhou vários sambistas do centro do país quando em shows pelo Rio Grande do Sul.   Esteve com ícones como Neguinho da Beija Flor, Bebeto e o saudoso Mestre Marçal.   Sendo que seu padrinho foi o saudoso Roxo. Em 1994, participou como convidado do Décimo Quinto “Free Jazz” de Montreal no Canadá, com os músicos “Irka e Tadeo”, participando inclusive como músico da gravação do disco desta dupla.   Neste mesmo ano formou o grupo “Gatos de Praia” com quem trabalhou por quatro anos.  Em 1998 sua  música “O Pescador” concedeu ao baterista gaúcho Marquinhos Fê, o prêmio de primeiro lugar no festival de bateristas “Batuka”, realizado em São Paulo, pela renomada Vera Figueiredo.   Nos anos 90 participou de apresentações com diversos artistas como Luizinho Santos, Gelson Oliveira, Lúcia Helena, Loma, Giba, Djalma Corrêa, Robertinho Silva, Zé Caradípia, Jorginho do Trompete e outros grandes nomes.    Em 2002 formou o grupo “Teclas e Palhetas” que lançou no mercado o CD “Uma Noite na Companhia”, trabalho instrumental no qual atuou como baixista e arranjador e que teve a participação de Geraldo Flach e Renato Borghetti.  Ainda em 2002 compôs uma nova música “Batuka Nego” para o já citado festival de bateristas Batuka que em edição máster rendeu novamente ao baterista gaúcho Marquinhos Fê o prêmio de primeiro lugar.  Participou também na cidade de Pelotas do Cabobú, projeto de resgate das manifestações culturais afro-descendentes, ao lado de  Djalma Corrêa e Giba.   A partir de 2005 com o projeto  “Conexão jazz” dividiu o palco com grandes nomes do jazz como a cantora americana Jane Blackstone, o pianista americano Verner Vana, a cantora americana Sandy Sasso e o pianista Gladstone Trott, o pianista americano Cliff Korman, a cantora americana Roseanna Vitro e o pianista  Allen Farnham, o guitarrista sueco Tomas Janzon, a trompetista holandesa Saskia Laroo e o pianista Warren Byrd o pianista brasileiro Cidinho Teixeira, trombonista inglês Mark Mulley, a cantora americana Kat Parra e o pianista Murray Low.   Recentemente atuou ao lado do cantor e pianista rio-grandino "Jim Porto", radicado em Roma. Participou também do 2ª edição do festival Jazz a La Calle realizado em janeiro de 2008 na cidade de Mercedes "Uruguai" com a banda "Oriental".   Em março de 2008 dividiu o palco com a cantora “Lidoka” ex- “Frenéticas", em espetáculo com música, teatro e poesia.  Em setembro de 2008 participou em Montevidéu no Uruguai do Festival de Música Popular Brasileira em comemoração aos cinqüenta anos de bossa nova realizado na sala Zitarrosa. Gilberto além de extraordinário instrumentista e um talentoso compositor sendo autor em parceria com Luiz Mauro Vianna da música “Lírica Poesia Para Uma Pequena Sereia” gravada pelo também cantor e compositor Beto Federal. Mais tarde esta música de Gilberto foi  tema do filme dirigido por Inês Britto “Noiva do Mar – Uma História de Amor”. Com a participação de músicos de renome Gilberto Oliveira sob sua direção e produção musical está lançando no mercado o CD  “Cordas pra que te quero” com músicas e arranjos de sua autoria.
Fontes:http://clubecaiubi.ning.com/profile/GilbertoOliveira;
ww.conexaojazz.blogspot.com//

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

DESTAQUE ARTÍSTICO

Marco Araújo nascido na cidade do Rio Grande no dia 28/06/60 é cantor, instrumentista, compositor e poeta. Em sua vitoriosa trajetória artística contabiliza 100 canções gravadas e mais de 70 prêmios nos festivais de música do sul do Brasil. Suas composições musicais foram gravadas pelos mais importantes nomes da Música Popular Gaúcha. O artista demonstra em sua trajetória, a constante busca de uma expressão sonora universal. Essa atitude é comprovada em seu trabalho de criação que resgata a cultura litorânea gaúcha e apresenta a brasilidade de seus arranjos e interpretação em canções como Violas do Litoral e O Boi. Pesquisador incansável, Marco é também um dos responsáveis pela recuperação e divulgação da cultura afro-açoriana em seu país, o que fica demonstrado em canções como Mar de Dentro, Arambaré e Olarai do Bendito. Marco Araújo começou a carreira artística em sua terra natal onde teve participações em shows, movimentos, direção e produção musicais. Em 1984 foi vencedor do 1º MUSIURG com a música Pandorga, no ano seguinte com Terra recebeu o prêmio de música mais popular da Mostra Farroupilha de Nativismo, evento promovido pela RBS TV por ocasião dos 150 anos da Revolução Farroupilha. Em 1986 radicou-se em Porto Alegre onde participou do Movimento Ecológico União pela Vida como autor da música tema. Com uma linguagem clara e um lirismo mais do peculiar, Marco venceu em março de 2004 a 10ª Edição do Canto da Lagoa – Festival Nacional de MPB realizado na cidade de Encantado e, ainda em dezembro de 2005 ganhou o premio de Melhor Melodia e a Linha Livre da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana. Neste ano também gravou ao lado da cantora Ângela Jobim, um especial para a Rede Globo de Televisão. Em fevereiro de 2006, apresentou-se no palco principal do Festival Internacional de Folclore de Cosquim – Argentina, onde, além do sucesso entre público e músicos, dividiu painel sobre a cultura latino-americana com Roberto Poça Yupanqui. Ainda em 2006, retoma a carreira e a liderança do grupo cantoria, realizando vários shows e um especial para a TV Assembléia Legislativa, gravado no Solar dos Câmara – Projeto Sarau no Solar. Em 2007, participou com Olarai do Benedito do 4º Viola de Todos os Cantos - festival nacional de música da EPTV - Globo em São Paulo. Nos meses subseqüentes gravou o CD Mar de Dentro pelo Fumproarte. Marco Araújo é um legitimo vencedor e o mais importante representante Papareia no Nativismo Gaúcho.
Fontes: http://orebate-soninhaporto.blogspot.com; http://marcoaraujolitoral.blogspot.com/; http://becodasgarrafas.blogspot.com/

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

DESTAQUE ARTÍSTICO


Hermes Aquino, nascido na cidade do Rio Grande/RS em 21/5/1949 é cantor, compositor, músico e publicitário. Um de seus maiores êxitos foi à canção "Nuvem Passageira". Nuvem Passageira foi incluída na trilha sonora da novela das oito da Rede Globo, O Casarão (1976). A exposição diária em todo o país fez da canção sucesso nacional, com fabulosa vendagem e direito a entrada no mercado internacional. A música Nuvem Passageira fez tanto sucesso que muitos costumam pensar que a carreira de Hermes resume-se somente a esta canção. Além deste grande sucesso ele conseguiu colocar outras composições nas paradas musicais como "Desencontro de Primavera" (1977) e "Santa Maria" (1978). Dez anos antes, Hermes Aquino já era o raro representante gaúcho no movimento do tropicalismo. Hermes foi atuante neste movimento cantando e compondo do blues rock à guarânia. Nesta sua fase tropicalista, nos anos 60, foi pra São Paulo junto com sua prima Laís Marques e com Carlinhos Hartlieb. Nesta época trabalhou em parceria com Tom Zé e com o grupo O Bando.
A música "Você Gosta?", parceria sua com Tom, foi gravada por este e pelo grupo Liverpool em 1969 e "Planador", parceria com sua prima Laís Marques gravada também pelo Liverpool e pelo grupo carioca Os Brazões. Além disso, "Sala de Espera", parceria também com Laís (e defendida por esta no Quarto Festival Internacional da Canção, em 1969), foi regravada pelo grupo O Bando. O primeiro sucesso de Hermes como intérprete foi "Flash", outra parceria com Laís, com a qual participou também do 4º Festival Internacional da Canção. Hermes morou em São Paulo do segundo semestre de 1960 até o inicio 1970, voltando depois para o Sul, onde foi um dos principais nomes dos shows do Mr. Lee. Em face desta visibilidade, gravou as músicas Nuvem Passageira e MatchuPitchu.
Hermes só conseguiu gravar seu primeiro LP, Desencontro de Primavera, em 1977. Em 1978 lançou seu segundo LP, Santa Maria. Após desentendimento com a sua última gravadora voltou para o Rio Grande do Sul onde vive até hoje como produtor de jingles.
Em 1979, teve um breve regresso aos palcos integrando a banda Eureka junto com Cláudio Vera Cruz e José Vicente Brizola.
Alguns anos depois abandonou a carreira. Optou por trabalhar com propaganda, compondo e gravando em seu estúdio particular. Recentemente Hermes produziu uma nova gravação de "Macchu Picchu" e uma versão em inglês de "Nuvem Passageira" em ritmo de bossa nova.
Fontes: Wikipédia e o Blog do Emílio Pacheco

terça-feira, 14 de julho de 2009

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Bebeco Garcia natural da cidade do Rio Grande/RS, compositor, cantor e guitarrista. De 1983 a 1989 foi líder da famosa banda Garotos da Rua (“Lá em casa continuam os mesmos problemas/ lá em casa continuam me enchendo o saco...”) .
Após o encerramento de suas atividades com os Garotos da Rua Bebeco voltou-se à carreira solo.     Em 1997, Bebeco Garcia, ficou conhecido no meio musical como "o guitarrista cigano" lança seu primeiro álbum solo, caracterizado pela forte influência do blues, característica essa, que irá marcar toda sua obra. Intitulado Aleluia, Aleluia. Em 1999, Bebeco Garcia grava novo disco: Me Chamam Curto Circuito (Top Cat Records), produzido por Egisto Dal Santo e com participação de seu filho Pedro Garcia (Planet Hemp, Bnegão) na bateria. No mesmo ano, é lançado pela gravadora BMG, a coletânea de sucessos Hot 20 que vende, apenas no sul do país, mais de 35.000 cópias. Nela estão todos os hits da banda ainda com a primeira formação. Em 2000 Bebeco monta o Bebeco Garcia & O Bando dos Ciganos. Bebeco nas guitarras, Egisto Dal Santo no baixo (ícone do rock gaúcho, que, entre tantas outras, participou das bandas Colarinhos Caóticos, Acretinice Me Atray, Histórias do Rock Gaúcho) e Edinho Galhardi, bateria. 2001 é o ano de Bebeco Garcia & O Bando de Ciganos - Série Palco, com Bebeco (voz, guitarras e Lap stell), Egisto Dal Santo (guitarra, voz e backing vocals) e Fabio Ly (bateria). Gravado ao vivo na casa de cultura Mário Quintana, na noite de 25/07/2000, em Porto Alegre. 2003, ano de Confidencial, um disco em que Bebeco fornece novamente o que sabe fazer de melhor: blues e rock'n roll. São dez faixas gravadas em casa quase que exclusivamente pelo próprio Bebeco. Ele só contou com a ajuda do filho Pedro e duas participações especiais: a do percussionista Foguete e do DJ Babão.    Em 2005 Bebeco lança o o álbum Rio Grande Rio Blues (Cultpar/Universal Music). Como o nome já sugere, o cd é recheado de rhythm'n'blues e rock'n'roll.  
No dia 20/05/10  o músico rio-grandino Bebeco Garcia morreu com 57 anos  de idade no hospital da PUC-RS.  O vocalista e guitarrista foi operado de um tumor no cérebro, mas não resistiu às complicações pós-operatórias.

Discografia
(1997) Aleluia Aleluia
(1999) Me chamam curto circuito
(2001) Série Palco - Nº 002
(2003) Confidencial
(2005) Rio Grande Rio Blues

Fonte principal: Luga Downloads